Caso do Forte Itaipu

Um dos casos mais conhecidos de ferimentos causados por OVNI ocorreu no Forte Itaipu, na Praia Grande, litoral Sul de São Paulo.

Ilustração: Valter Dionísio Alves
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Às 2 horas da madrugada do dia 4 de novembro de 1957, duas sentinelas do Forte Itaipu viram uma luz com brilho muito intenso no céu.

De início, pensaram tratar-se de uma estrela com o brilho aumentado por algum motivo desconhecido, mas depois perceberam que era um objeto desconhecido descendo em alta velocidade, diretamente sobre o Forte. Cerca de 1.000 pés acima deles, o objeto reduziu de repente a velocidade, descendo lentamente e sem fazer ruído.

A esta altura dos acontecimentos, as sentinelas amedrontadas podiam ver a forma do OVNI, que era circular, com um diâmetro aparente de 100 pés, tendo ao seu redor um brilho alaranjado.

O objeto parou e as sentinelas, com medo, ficaram sem reação. Cada uma delas estava armada com uma submetralhadora, porém nenhum pensou em atirar contra o OVNI ou fazer soar o alarme.

Neste momento puderam ouvir um forte zumbido, igual ao de um gerador, que vinha de dentro do OVNI. De repente uma onda de calor atingiu os dois soldados. Ela veio com muito intensa, sem que nenhuma chama e ou raio de luz fosse visível.

As sentinelas, aterrorizadas, ficaram com suas fardas em chamas. Uma delas, vencida pelo intenso calor, caiu de joelhos e desmaiou. O outro soldado, gritando de dor e de medo, lançou-se embaixo de um canhão para se abrigar.

Os gritos despertaram as tropas da guarnição, mas antes que qualquer dos soldados pudesse esboçar qualquer reação, todas as luzes se apagaram. Apenas um calor moderado penetrou o interior do Forte; porém isso, junto com a escuridão total, foi o suficiente para provocar pânico.

Após um minuto, aproximadamente, o calor cessou e instantes depois as luzes se acenderam. Alguns soldados saíram então correndo para seus postos e ainda puderam ver o OVNI brilhante se afastando e subindo rumo ao infinito.

As sentinelas com queimaduras foram levadas para o interior do Forte e receberam tratamento médico. A seguir , o comandante do Forte enviou uma mensagem urgente para o quartel-general do Exército Brasileiro. Logo depois disso, pilotos da Força Aérea Brasileira foram colocados em patrulhas especiais.

Entendendo que os Estados Unidos possuíam maior conhecimento sobre OVNIs, as altas autoridades brasileiras pediram auxilio à Embaixada Americana em suas investigações. No menor prazo possível, oficiais do Exército e da Força Aérea Americana voaram para o Forte, acompanhados por investigadores da Força Aérea Brasileira.

As sentinelas queimadas continuavam ainda em estado grave, mas eram capazes de falar de vez em quando. Após ouvirem a descrição da ocorrência, com detalhes sobre a aproximação do OVNI e o estranho calor, os investigadores se puseram a debater por que as sentinelas teriam sido atacadas.

O caso do Forte Itaipu foi mantido em segredo durante muito tempo e, no entanto, até hoje o episódio continua sem uma explicação.

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