Caso Paciência: Abdução por Robôs

Neste interessante caso, os tripulantes do OVNI tinham uma única estrutura na qual se apoiavam no chão e se pareciam com robôs.

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Este caso envolveu o motorista Antônio Bogado La Rubia, na madrugada de 19 de setembro de 1977, em Paciência, no Rio de Janeiro. Os seres que abduziram Antônio eram fora dos padrões dos humanoides já relatados até aquele período e também atualmente.

A notícia da abdução de Antônio foi publicada no Jornal O Dia, do Rio de Janeiro, de 4 de outubro de 1977, com o título: “Uma hora preso no disco voador, saiu com febre de 42 graus”.

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Robôs ou não, estes seres eram bizarros e os fatos decorridos durante a abdução não se enquadram com a grande maioria dos casos documentados pela Ufologia Brasileira e Mundial.

No dia 19 de setembro de 1977, às 2hs da manhã, Antônio se levanta como fazia diariamente, pois ele precisava iniciar às 3 hs da manhã o trabalho como motorista na Viação Oriental, em Santíssimo, distante 15 a 20 km de sua residência.

Antônio e sua família

Naquele dia, Antônio caminhou uns 300 metros para esperar o transporte que o levaria para o trabalho (serviço da própria Viação Oriental), próximo a praça ele avistou um vulto escuro que pensou ser o ônibus à sua espera. Mas ao se aproximar ele percebeu que este vulto era enorme e ocupava grande parte de um gramado da praça, aproximadamente 60-70 metros.

Enquanto admirava o objeto, ele percebeu uma luz azul que o envolvia e também outras regiões ao seu redor. Um pouco depois ele observou três vultos surgirem repentinamente. O tronco destes aparentemente robôs, era de aspecto estranho e possuíam um pé único, em formato de cilindro, o qual podiam subir o meio-fio, embora Antônio não entendesse como eles faziam aquilo.

O corpo de Antônio se movia contra a sua vontade em direção ao objeto estacionado na praça. Segundo ele, ao se aproximar de 1 m do objeto ele já se encontrava dentro dele, o mesmo não sabia como isto aconteceu.

Representação do momento em que Antônio encontra o objeto e os robôs

Já dentro do objeto, ele percebeu novamente a luz que dava um formigamento ao longo da espinha, a partir daí o ambiente havia mudado e ele já estava no centro de um salão. Este salão apresentavam um diâmetro de 10 a 12 metros e uma altura de 4 metros de onde saia a luminosidade.

Antônio percebeu grupos a direita e a sua esquerda de aproximadamente uma dúzia de seres, os movimentos dos braços que faziam eram flexíveis e haviam antenas na cabeça, característica não percebida por Antônio ao ver os três primeiros seres ou vultos.

O ambiente era silencioso, e os gritos e tentativas de fuga de Antônio não eram audíveis, com muito esforço ele conseguiu gritar “Quem são vocês? Que querem de mim?” Neste momento, como um furacão os seres foram jogados para trás. Pouco tempo depois, sem se curvar, todos os seres estavam levantados na posição vertical.

O que aconteceria depois chamaria mais atenção a este bizarro caso de abdução. Sem mover-se Antônio agora presenciou uma sequencia de projeções de imagens quadradas, com aproximadamente 2×2, na parede oposta à sua posição.

Desenho feito por Antônio representando a forma geral dos tripulantes, tendo à esquerda, o estranho desenho feito pelos tripulantes na parede do objeto, e à direita, um dos instrumentos observados dentro do disco voador.

As projeções vinham acompanhadas por um movimento de luzes no teto, similares aquelas quando os ufonautas caíram em consequência do grito dado por Antônio. No momento da décima quarta projeção que via no interior do objeto, ele viu-se outra vez pisando em terra firme, à noite, em posse de sua bolsa de papel, o que lhe pareceu bastante estranho, pois no interior do objeto, ela não se encontrava em posse de Antônio.

Se não fosse o robô presente ao lado de Antônio, ele poderia pensar que todos aqueles momentos bizarros não passavam de alucinação. Pouco tempo depois, o objeto voou, até Antônio perdê-lo de vista e quando procurou o robô que estava ao seu lado, notou que o mesmo também tinha desaparecido.

Antônio começou a andar, até se deparar com um rapaz próximo ao um bar, o qual lhe respondeu que eram ” 2:50 hs” quando Antônio perguntou-lhe as horas. Assim, ele permaneceu no interior do objeto, aproximados 30 minutos em média.

Continuando a caminhar, ele resolveu ir ao trabalho normalmente, não fez questão de contar sobre sua abdução aos familiares e nem a colegas de trabalho. Porém, pouco tempo depois o avistamento de Antônio seria estudado a fundo por pesquisadores.

Momento em que Antônio olhava as projeções

As 14 projeções

1ª Projeção

Na tela da parede, Antônio viu-se inteiramente nu. Estava deitado, embora não enxergasse nenhum suporte para seu corpo, que parecia suspenso no ar. Havia na tela três ufonautas do mesmo tipo dos que capturam Antônio. Dois deles estavam perto dos pés da testemunha e, um, à cabeceira. Na extremidade de suas “Trombas-Braços”, os três extraterrestres seguravam uma espécie de seringa, idêntica às que Antônio chegara a conhecer anteriormente. De cada uma destas seringas, saía um feixe de luz azul com o qual os seres iluminavam, na tela, o corpo da testemunha. Assim, Antônio viu, nitidamente, seu rosto e seu cabelo tomarem uma coloração azulada, na tela, quando enfocados respectivamente pelos feixes de luz azul.

2ª Projeção

Esta segunda projeção foi de curta duração, talvez de alguns segundos. Antônio viu-se na tela outra vez todo nu. Porém, desta vez, encontrava-se de pé, fazendo movimentos com os lábios, embora não se ouvisse nenhum som.

No início desta projeção, houve uma diferença que a distingue das demais. Isto porque o ufonauta, para colocar sua seringa atrás do anteparo existente na mesa de Antônio, não passou por trás deste móvel, mas, pelo vão que havia entre Antônio e a referida mesa. Embora este vão fosse de aproximadamente 2 metros, tal dimensão era apenas aparente. Ele deveria ser bem menor, subtraindo-se cerca de 1 metros devido ao espaço tomado pelo cativeiro invisível, de Antônio (esse cativeiro apresentava um diâmetro de aproximadamente 2 metros).

Com relação ainda a esse cativeiro invisível e às projeções que prendiam toda a sua atenção, Antônio relatou-nos que chegou até a abstrair-se de seu pânico e de sua estranha posição no ambiente; ocasionando, surpreendia-se apoiando-se com as mãos e os braços nas paredes invisíveis de sua prisão.

3ª Projeção

Nesta projeção, Antônio viu-se de pé, vestido conforme estava no momento; segurava ainda sua bolsa de papel, com a mão direita, enquanto que, com a mão esquerda e as pernas, debatia-se contra as paredes, defendendo-se de alguma coisa aparentemente invisível. Não se ouvia nenhum som durante esta cena (bem como em nenhuma das outras projeções relatadas aqui).

Gostaríamos de inserir aqui uma observação feita por Antônio; no momento em que assistia às projeções, ele já não estava mais de posse de sua bolsa de papel: Talvez essa bolsa tivesse sido retirada de Antônio na hora de sua captura, ocasião em que se teria “gravado” esta projeção, visto agora como uma espécie de video-tape. Entretanto, conforme o leitor verá mais adiante, a bolsa foi devolvida a Antônio quando este foi solto do cativeiro.

4ª Projeção

Nesta projeção, Antônio viu uma carroça de duas rodas, puxadas por um belo cavalo. O animal trotava normalmente e tinha a cor castanho-avermelhada.

5ª Projeção

Foi visto nesta projeção um homem de idade avançada, parado, com uma fisionomia calma. Ele usava um chapéu de palha, estava descalço e trajava uma roupa toda remendada. Antônio achou que poderia existir uma relação entre esta projeção e a anterior, de carroça; talvez o homem aqui representado fosse o carroceiro daquela veículo.

6ª Projeção

Esta foi a projeção que causou maiores temores em Antônio. Conforme a interpretação desta cena, talvez ela enseje também ao pesquisador tirar algumas conclusões sobre o real poder tecnológico daqueles estranhos seres encontrados por Antônio. Ela poderia também explicar o sentimento de humilhação experimentado pelos políticos das hegemonias terrestres ligados à pesquisa dos extraterrestres. É por estas razões psicológicas que esses políticos estão colocando, o assunto UFO, sob as leis de guerra e de espionagem terrestres.

Nesta projeção, Antônio observou um grande e vistoso cachorro preto, postado diante de um ufonauta do tipo dos que tratamos aqui. O animal procurava avançar para o extraterrestre. Entretanto, parecia contido, talvez por um obstáculo invisível, semelhante ao que prendia Antônio.

O cão arreganhava os dentes e babava. Viu-se nele por quatro ou cinco vezes, um movimento de cabeça e da boca, o que devia corresponder a latidos. Contudo, esta projeção, bem como todas as outras, também era silenciosa.

Depois dos gestos de latidos feitos pelo cachorro, começou a se desenrolar na tela uma cena chocante. O ufonauta projetado na parede começou a desmanchar-se. Esse processo de decomposição principiou pela cabeça do extraterrestre e foi se alastrando pelo seu corpo abaixo, até restar dele somente uma pequena massa cinzenta, no chão…

Enquanto Antônio assistia, atônito, a esta cena horripilante, a luz do teto da nave espacial tornou-se muito intensa. Ao mesmo tempo, uma das personagens de um dos grupos no interior do disco, adiantou-se velozmente em direção à tela; em seu “braço-tromba”, estendido para a frente, encontrava-se uma seringa atarraxada na extremidade. Da ponta desta seringa, partiu um raio de luz azul que atingiu o cachorro projetado na tela. Incontinente, o cão passou a sofrer o mesmo processo de decomposição do ufonauta observado instantes antes, na tela. O animal começou a se desmanchar, de cima para baixo, até restar dele apenas um montezinho de massa cinzenta, no chão. Segundo as palavras de Antônio, esta última cena de destruição do cachorro foi rapidíssima, tendo levado talvez dois segundos.

Antônio acreditava que o dramático aumento de luminosidade do teto, durante esta projeção, talvez estivesse ligado às anormalidades surgidas então na tela.

7ª Projeção

Nesta projeção, Antônio enxergou-se a si mesmo, vestido. Estava curvado para a frente e fazia uma cara feia, enquanto que saía fumaça de suas costas.

8ª Projeção

Outra vez Antônio viu sua própria pessoa projetada na tela. Estava então vestido e vomitado. Aparentemente, sofria ao mesmo tempo de descargas intestinais incontroláveis, pois via fezes passando por suas calças.

Dias após sua libertação, Antônio chegou a sofrer de modo bastante semelhante ao que seu sósia vivia na tela. Assim, a testemunha chegou posteriormente à conclusão de que esta projeção serviu para avisá-lo dos padecimentos que eventualmente ainda iria sofrer. (Talvez esses males fossem uma consequencia das energias às quais Antônio havia sido exposto no disco, durante seu cativeiro).

9ª Projeção

Nesta, novamente Antônio avistou sua própria figura na tela. Encontrava-se vestido e de pé. Ao seu lado direito, à altura do peito, flutuava uma esfera alaranjada e de tamanho próximo ao de uma bola de futebol.

10ª Projeção

Esta cena era semelhante à anterior. Porém, em vez de Antônio, via-se um ufonauta do tipo dos tratados aqui. Ao lado direito do extraterrestre, à altura de seu tronco, flutuava também uma bola das mesmas dimensões da anterior. Entretanto, a cor desta bola era azulada. As “trombas” do personagem, na tela, estavam penduradas, imóveis, chegando quase ao chão. Mas, as luzinhas dos espelhinhos da cabeça faiscavam e oscilavam normalmente.

Antônio não conseguiu dar nenhum sentido ou interpretação para a nona e a décima projeção.

11ª Projeção

Nesta, via-se o interior de um hangar ou galpão gigante, onde havia três filas de discos voadores a se perderem de vista. Entre essas filas havia inúmeros ufonautas idênticos aos raptores de Antônio, fazendo tudo parecer um verdadeiro formigueiro. Entretanto, os extraterrestres não traziam consigo, visíveis, quaisquer ferramentas ou peças. Apesar disso, a fila da esquerda apresentava discos voadores em arcabouço, enquanto que as duas filas da direita mostravam seus aparelhos apenas semi-acabados.

12ª Projeção

Esta projeção mostrava um trem de alumínio. Este trem era semelhante àquele adquirido do Japão, pela Estrada de Ferro Central do Brasil, conforme o noticiado pelos jornais. Contudo, em contraste com os comboios japoneses, Antônio não enxergou janelas nos vagões projetados na tela.

O trem movimentava-se em direção a um túnel, no qual entrava e desaparecia gradativamente. A visão do último vagão era igual à dos nosso trens comuns; avistavam-se o vão aberto e também os chicotes pendurados, como os que servem para as conexões de freios a ar e ligações elétricas.

13ª Projeção

Embora esta não se trate de uma projeção igual às outras, não abrimos um parágrafo em separado por não distinguirmos ainda a verdadeira natureza e o sentido das manobras e manipulações nela presenciadas.

Como uma espécie de preparativo para esta “projeção”, um dos ufonautas adiantou-se em direção a Antônio parando a uma distância de aproximadamente 2m. Em seguida, o extraterrestre, com uma de suas trombas, atarraxou na terminação de outra tromba (onde se via um furo central) uma das seringas que retirara de sua cartucheira. Antônio observou também que dois ganchinhos existentes na parte mais larga da seringa giravam muito velozmente quando em contato com a tromba perfurada; tinha-se a impressão de que esse movimento rotativo fazia com que a seringa se atarraxasse à tromba. Tendo assim fixado rapidamente a seringa na ponta de sua tromba, o ufonauta apontou com ela na direção de Antônio. Embora relutasse contra isso, Antônio foi obrigado a levantar seu braço direito, com o dedo indicador estendido para frente.

Posteriormente, Antônio relatou-nos que, naquele instante, não possuía mais o controle de seu braço e de seu dedo direito; não tinha qualquer percepção dele, pois sentia uma dormência nesse membro, naquela hora.

A seringa era feita de um material azulado e translúcido. Assim, Antônio pôde acompanhar o enchimento gradual desta seringa, com um líquido vermelho. Entretanto, Antônio não conseguia saber se tal líquido era seu próprio sangue, pois não via a passagem deste, pelo ar, na distância de aproximadamente 1m entre ele e a seringa, nem enxergava o sangue sair do seu próprio dedo.

Em seguida, o extraterrestre apontou esta seringa para a parede, da qual distava uns 4 ou 5 cm. Com o líquido contido no instrumento, ele pintou rapidamente na tela, uma circunferência vermelha com um diâmetro aproximado de 25 cm. No círculo assim formado, o extraterrestre desenhou uma linha reta oblíqua, de cima para baixo, da esquerda para a direita. Na parte de cima, esta linha oblíqua ultrapassava a circunferência, em aproximadamente 4 cm. Na extremidade inferior da linha reta, o ufonauta desenhou um gancho em ângulo reto, formando assim uma espécie de “L”.

Esse desenho foi repetido, nas mesmas dimensões, mais duas vezes, abaixo do traçado original e igual a este. Cada um desenho ficava a uma distância aproximadamente 5 cm um do outro.

No final dos desenhos, Antônio percebeu que havia sido consumida, com eles, aproximadamente uma terça parte do líquido contido na seringa. Ele pôde observar isso pela transparência da seringa.

A feitura de todos os desenhos não levou mais que alguns segundos e, logo após, os desenhos apagavam-se por si mesmos.

14ª Projeção

Nesta projeção, via-se uma autopista parecida com a Avenida Brasil, do Rio de Janeiro. Porém, todo o trânsito achava-se paralisado por um monumental engarrafamento.