Cosmos Episódio 02: Uma Voz na Sinfonia Cósmica

ASSISTA ONLINE - EPISÓDIO LEGENDADO: Já no nosso planeta, Sagan comenta agora sobre as origens da vida e a evolução das espécies, especulando sobre a hipótese da existência de seres vivos noutros planetas.

59
Links Patrocinados
 

O astrônomo Dr. Carl Sagan nos leva em uma viagem pelo tempo e pelo espaço nesta série de 13 episódios originalmente transmitida em 1980. Sagan apresenta as maravilhas do universo, do microscópico ao incomensurável, de uma forma cativante ao público, tomando a Terra como ponto de referência e falando de forma simples e compreensível a pessoas não acostumadas ao vocabulário científico. Ele compara a exploração espacial a pioneiros dos mares dos séculos passados e usa momentos da história humana – como a biblioteca de Alexandria – para fazer metáforas de futuros acontecimentos espaciais.

São abordados vários tópicos, como as origens da vida, a busca por vida em Marte, a ácida composição da atmosfera de Vênus, o ciclo de vida das estrelas, viagens interestelares, a velocidade da luz, o perigo da autodestruição humana, e a busca por inteligência extraterrestre por rádio.

Links Patrocinados
 

Ao introduzir a ciência ao público, Sagan faz uma profunda reflexão sobre a ligação que temos com o universo. “Somos todos poeira de estrelas.” Ele também incita o espectador a ir além em sua própria busca por respostas, afinal, nossa consciência é forma que o universo encontrou de explorar a si mesmo.

A série foi escrita no fim dos anos 70 e, ainda hoje, suas reflexões sobre a preservação ambiental e sobre as paz entre as nações continuam atuais.

Cosmos Episódio 02: Uma Voz na Sinfonia Cósmica

Cosmos Episódio 02: Uma Voz na Sinfonia Cósmica

Cosmos Episódio 02: Uma Voz na Sinfonia CósmicaASSISTA ONLINE – EPISÓDIO LEGENDADO: Já no nosso planeta, Sagan comenta agora sobre as origens da vida e a evolução das espécies, especulando sobre a hipótese da existência de seres vivos noutros planetas. Ele relembra o poema épico japonês Heike Monogatari e como isso aparece nas lendas em torno dos caranguejos da espécie Heikea japonica. Daí, parte-se para a reapresentação de seu calendário cósmico, para então comentar as semelhanças moleculares entre as diferentes formas de vida, numa visita ao jardim botânico londrino Royal Botanic Gardens. Ao sair do jardim botânico real, Sagan senta-se num grande carvalho, quando propositalmente fura o dedo com o espinho de uma rosa, a fim de dar início a uma viagem virtual ao mundo molecular, apresentando os mecanismo de replicação do DNA. Por fim, após o químico Bishun Khare (1933-2013) demonstrar a experiência de Urey-Miller num laboratório da Universidade de Cornell, Sagan especula sobre vida extraterrestre, quando exibe então três seres imaginados por ele e seu colega físico E. E. Salpeter (1924-2008), também da Universidade de Cornell, que seriam capazes de viver na superfície gasosa do planeta Júpiter: os afundadores, flutuadores e os caçadores.

Geplaatst door Conexão UFO op Zondag 4 augustus 2019

Já no nosso planeta, Sagan comenta agora sobre as origens da vida e a evolução das espécies, especulando sobre a hipótese da existência de seres vivos noutros planetas. Ele relembra o poema épico japonês Heike Monogatari e como isso aparece nas lendas em torno dos caranguejos da espécie Heikea japonica.

Daí, parte-se para a reapresentação de seu calendário cósmico, para então comentar as semelhanças moleculares entre as diferentes formas de vida, numa visita ao jardim botânico londrino Royal Botanic Gardens. Ao sair do jardim botânico real, Sagan senta-se num grande carvalho, quando propositalmente fura o dedo com o espinho de uma rosa, a fim de dar início a uma viagem virtual ao mundo molecular, apresentando os mecanismo de replicação do DNA.

Por fim, após o químico Bishun Khare (1933-2013) demonstrar a experiência de Urey-Miller num laboratório da Universidade de Cornell, Sagan especula sobre vida extraterrestre, quando exibe então três seres imaginados por ele e seu colega físico E. E. Salpeter (1924-2008), também da Universidade de Cornell, que seriam capazes de viver na superfície gasosa do planeta Júpiter: os afundadores, flutuadores e os caçadores.