“Uma luz ofuscante voou ao lado do meu avião”, declara ex-aeromoça da VASP

Ex-aeromoça da Vasp faz impressionante relato sobre o avistamento de um OVNI enquanto voava a trabalho.

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Se você preferir, pode ouvir a matéria completa narrada pelo nosso canal do Youtube logo abaixo:

Ana Prudente é uma ex-aeromoça da VASP. Ao longo de sua carreira ela viu diversos OVNIs enquanto voava a trabalho.

Abaixo, o relato da aeromoça, em suas próprias palavras, sobre seu primeiro avistamento:

“Eu era a aeromoça mais nova da tripulação. Tinha 18 anos e havia começado a voar poucos meses antes. Fazia o trajeto de São Paulo a Belém com escala em Brasília, num Boeing 737 da VASP, e trabalhava na era de ouro dos serviços de aviação: o carrinho de drinques passava antes e depois do jantar, as poltronas eram largas e havia muita comida.

Na noite em questão, fazíamos o último trecho, sobrevoando a Amazônia, quando a campainha do comandante soou. Eu estava no fundo do avião, descansando, e, como era a novata, me levantei para atendê-lo.

Devia ser perto das 3h da manhã e os passageiros dormiam. Havíamos deixado as luzes baixas e fechado a cortina que separa as poltronas da área de serviço.

Passei por ela e cheguei à porta da cabine de comando. Esperava que me pedissem um café, que o piloto e o copiloto costumavam tomar para ficar em alerta, mas, assim que abri, uma luz fortíssima me cegou. Meu primeiro impulso foi entrar rapidamente e fechar a porta atrás de mim para não acordar os viajantes.

“O que é isso?!”, perguntei atônita, enquanto protegia os olhos com um braço e, com o outro, tateava para encontrar o assento atrás deles. Segundo o comandante, a luz se aproximara numa velocidade tão rápida que ambos acharam que nos chocaríamos. Mas parou a poucos metros da aeronave e ficou ali, do jeito que eu a estava vendo, à esquerda da cabine, 45 graus acima de nós.

Estávamos numa linha reta em cima da Floresta Amazônica e o avião ia no piloto automático. Podia ouvir o chiado do rádio, e o copiloto, de óculos escuros no meio da madrugada, tentava fazer contato com a base. “Inoperante, inoperante”, ele repetia.

A luz nos acompanhou por cerca de 10 minutos, sempre à mesma distância. Ao final desse tempo, o piloto, que estava de quepe, disse que já podia olhar, pois ela estava enfraquecendo. A vi rumar à direita e, de repente, se afastar rapidamente. Era muito branca e intensa, sem forma definida, definitivamente não era redonda, e tinha raios dentro dela de um azul lindo, como neon, e rosa. O sinal foi restabelecido assim que ela desapareceu.

Voltei à área de serviço e dividi a experiência com os colegas. O resto do avião havia permanecido no escuro todo o tempo.

No dia seguinte, quando acordei em Belém e fui escovar os dentes no banheiro do hotel, dei de cara com meu rosto queimado. Havia apenas uma faixa branca que eu havia protegido. O colo e os braços estavam como torrados de sol. Desci ao saguão e encontrei o comandante na mesma situação, telefonando para São Paulo.

A empresa ordenou que retornássemos no próximo voo comercial e enviou substitutos. Passamos, os três, por uma série de exames no Hospital da Aeronáutica e fomos avisados de que qualquer comentário sobre o episódio estava proibido. Se falássemos, eles negariam e passaríamos por estúpidos.

Os testes não constataram nenhuma radioatividade e retomei minhas atividades dias depois. De vez em quando, espiando pela janela do avião, vi outras luzes nos acompanhando também, mas nunca tão de perto como aquela”.

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